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| Três Marias - A Vela Brasileira em Minas Gerais |
| 17/1/2012 20:57:28 |
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Três Marias é o nome de uma represa formada pelo Rio São Francisco e nome de município em Minas Gerais.
Suas águas vastas e cristalinas na cor de esmeralda, foram descobertas por pesacadores e por velejadores de Brasília que desde os anos 70, buscavam melhores ventos para a prática da Vela.
Infelizmente por anos, caiu no esquecimento e MInas Gerais voltou a ser esquecida pelos praticantes do Iatismo.
Estado maravilhoso, MG possui inúmeras opções para os praticantes dos esportes náuticos, que não apenas a assoreada e poluída Lagoa da Pampulha em Belo Horizonte, que até já até sediou campeonatos nacionais da classe olímpica 470.
Minas Gerais tem Vela na pequena e simpática Lagoa dos Ingleses em Nova Lima. Lá o ICLI manteve uma tradição de regatas que se perpetuou com a modalidade de Match Race com os barcos Microtonner 19`.
Possui ainda inúmeras opções em Furnas, no Rio Grande (fronteira com SP) e no Rio Paranaíba (fronteira com GO) por exemplo.
Como ex-Superintendente e atual patrocinado da LIGHT, fui contatado por sua controladora, a estatal mineira CEMIG para conceber em 2008 um projeto de inclusão social com esportes náuticos (Vela e Canoagem) em Três Marias.
Levamos o pacote pedagógico e a experiência de mais de uma década do Projeto Grael que em Três Marias recebeu a denominação de Projeto VERSOL.
A parceria deu certo porque a Prefeitura dá total apoio graças ao espírito empreendedor do Secretário Elias e sua equipe, dos funcionários do VERSOL, do apoio incondicional da CEMIG e dos apoios institucionais do Governo de Minas Gerais e da Lei de Incentivo do Ministério do Esporte.
Tudo isto, sob a condução técnica do Instituto Rumo Náutico (Projeto Grael) e nossa equipe dirigida pela Christa, Joanna e Archimedes.
Desenvolve-se de volta a Vela em Três Marias. Em 2010 já sediou o Campeonato do Centro-Oeste da Classe Laser. Desenvolve-se sobretudo cidadania e educação ambiental.
Pois bem, a bela represa sediará o Campeonato Brasileiro da mais popular, mais abrangente e mais importante classe olímpica da Vela Brasileira, a Classe Laser. Classe que consagrou Robert Scheidt e tantos outros craques da Vela nacional. Parabéns a ABCL e seu presidente Reis pela visão de exansão das fronteiras do nosso esporte.
O evento ocorrerá de 19 a 28 de janeiro nas classes 4.7; Radial e Standard. Na raia, os melhores do Brasil e ainda ex-alunos do Projeto Grael, Projeto Navegar e do próprio VERSOL, além da estréia do meu filho Nicholas Grael (14 anos) na Classe Laser.
Será um divisor de águas para Três Marias com forte impacto em sua imagem, turismo e economia.
Vitória deTrês Marias, da CEMIG, do Projeto Grael e da Vela Brasileira.
Lars Grael |
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| Pré-Olímpica de Vela - O Suicídio do Elefante |
| 6/1/2012 12:20:03 |
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No início dos anos 80, a Semana Pré-Olímpica de Vela viveu seu apogeu.
A CBVM sob o comando de Eduardo Souza Ramos e com apoio da Atlântica Boavista e Bradesco, promoveu o mais relevante evento anual de Vela de Alto Rendimento no país.
As classes olímpicas reuniam de 15 a 30 barcos em cada classe e conviviam em regatas de altíssimo nível, contra os melhores do mundo, alguns, lendas do Iatismo como: Melges; Ullman; Smyth; Doreste e tantos outros.
A Pré-Olímpica visava elevar a quantidade e qualidade da Vela Olímpica Brasileira. Este movimento, desencadeou as 12 medalhas que a Vela Brasileira obteria nos jogos seguintes.
O objetivo não era de burocraticamente indicar o melhor do Brasil para correr no exterior e este voltar defasadamente superior aos demais. O objetivo era trazer o mais alto nível e disponibilizar o conhecimento para todos. Algo mais plural e includente.
Na classe Tornado por exemplo, na edição de 1983 da Semana Pré-Olímpica, tinha 1 dupla americana (campeã mundial); 3 duplas austríacas (1 campeã européia); 1 alemã; 4 argentinas e 11 barcos brasileiros. Ficar na 5a colocação, causou-me o maior orgulho e incentivo. Hoje a Pré-Olímpica reúne de 1 a 5 barcos e apenas 1 receberá a benécie das verbas públicas e da confederação.
Graças a esta visão de futuro, pude absorver conhecimento do americano Randy Smyth (campeão mundial de 1982 e 1983), e conquistar a vaga para minha primeira olimpíada em 1984.
Pelos critério atual, nunca teria chegado lá...
Em 2010, a CBVM decidiu aprovar uma mudança na regra de forma a proteger os interesses dos membros da Equipe Permanente de Vela Olímpica - EPVO. A eliminatória começaria pelo mundial da ISAF em Perth (Australia). O melhor brasileiro que classificasse o brasileiro lá, ganharia um ponto.
O segundo e derradeiro ponto, viria da atual moribunda Semana Pré-Olímpica de Vela que ocorrerá em fevereiro de 2012 em Búzios. Caso houvesse empate, o desempate viria de um terceiro evento no exterior.
Ora, num país com mais de 8 mil km de costa, fazer eliminatória da Australia (não poderia ser mais longe?), é no mínimo um casuismo. Isto por um acaso é esporte de inverno que tem que fazer seletiva olímpica nos alpes suiços? No mínimo um casuismo, ou, um jogo de cartas marcadas.
Marcadas porque somente o membro da EPVO iria para a Australia com tudo pago, técnico e barco novo. O princípio da competitividade, parte do pressuposto da isonomia de chances entre os concorrentes no certame.
Se um mortal mandasse às suas próprias expensas seu barco para a Australia, não teria seu próprio barco para a seletiva em Búzios. Esperto né?
O critério foi aprovado numa reunião durante a Semana de Weymouth na Inglaterra entre a direção da CBVM e os próprios membros da EPVO. Aprovado ainda à revelia do Conselho Técnico que fiz parte e me desliguei.
Não condeno os velejadores que apenas buscam o melhor para si. Lembra a realidade da política brasileira. Quem tem um benefício, trata de defendê-lo. Quem não tem, reclama.
Um político mineiro certa vez ironicamente definiu o conceito de uma negociata: "um grande negócio ao qual você não foi chamado a participar..." Certo? Tá errado!
A CBVM deveria ser muito mais do que um escritório de administraçào dos interesses da equipe permanente de Vela.
A Pré-Olímpica de 2012 poderia ser sensacional colocando, por exemplo, na raia uma disputa eletrizante entre Scheidt, Torben Grael, Lars Grael, Alan Adler e outros velejadores não menos expressivos.
Jamais questionaria a supremacia da dupla Scheidt / Prada de longe a favorita. Simplesmente a melhor do mundo. Eles provavelmente ganhariam com brilhantismo.A eles, nossa admiração e torcida.
Da forma que foi feito, a disputa não ocorrerá. A CBVM conseguiu eliminar nossa motivação antes do evento. Uma pena!
A Pré-Olímpica vai ser um desfile de pré-classificados com exceção de uma disputa quente entre 2 barcos na classe 470 feminino.
Tomara que a mentalidade mude. Londres já chegou e torceremos para nossa equipe brasileira de qualquer jeito!
A Vela Brasileira atingiu supremacia continental nos panamericanos de 2007 e 2011 e isto lastreia a filosofia que impera no Brasil, que o fim justifica os meios.
Preocupo-me com o futuro e com a falta de renovação. Ninguem quer ser azeitona da empada dos outros no atual formato da Pré-Olímpica.
Pensemos em mudanças. Pensemos em 2016, 2020...
Bons Ventos,
Lars Grael
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| Regata Preben Schmidt 2011 |
| 20/12/2011 10:51:01 |
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Aconteceu neste sábado dia 17/12, a tradicional Regata Preben Schmidt do Rio Yacht Club (Sailing) em Niterói.
A regata foi triste para o nosso lendário veleiro Marga (de 1933) que mal pôde sair da poita. Fomos abalroados (colididos) por outro veleiro que vinha sem preferência e gerou a quebra do nosso mastro. Pena após meses de preparação do veleiro que defendia 7 conquistas consecutivas da sua categoria.
A regata reuniu 91 barcos em 9 categorias. Na categoria dos "barcos de época" (desenhados até 1949), o triunfo foi do Aileen (de 1912) na abertura do seu centenário. O barco foi conduzido por meu irmão, Torben Grael. Na 2a e 3a colocações desta categoria, outros 2 barcos da família Schmidt com respectivamente Linie (Rolf Schmidt - primo) e Barbra (Tio Axel Schmidt) .
Na categoria dos "clássicos" (desenhados até 1969), a vitória foi do Lady Lou comandado por Andrea Soffiatti Grael. A regata teve ainda a vitória do nosso Tangará II com Renata Pellicano Grael, Sofia Grael, Nelson Faria na tripulação na categoria dos "antigos" (desenhados até 1979).
O prêmio Ingrid Schmidt Grael para o barco com maior estilo dentro das tradições do esporte da Vela, o prêmio de 2011 foi para o belo e reformado Cangrejo (RJ) que teve na tripulação, os campeões Alexandre Tinoco (conhecido como Amiguinho) e Juliana Mota. A disputa foi dura para a escolha da principal jurada, Tia Moema Schmidt , pois, outros barcos estavam no páreo como os belos Froya (SP), Bystra (PR)e Chestnut Tree (SP).
O Sailing está de parabéns com a exemplar condução da Comodoro Patsy Ferreira, Cacau Swan Freitas e todos os demais que se voluntariaram para manter nossas tradições valorizadas.
Falando no RYC, cabe registrar o brilhante resultado da sobrinha Martine Grael e sua proeira, a medalhista olímpica Bel Swan no Campeonato Mundial de Vela Olímpica em Perth na Australia.
Brilhante conquista do top dez (8 geral) com direito a ganhar regata e classificar o Brasil para os Jogos Olímpicos de Londres.
Lars Schmidt Grael
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| Rapidinhas! |
| 14/12/2011 14:38:34 |
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* Ontem foi a posse em Brasília, do novo Secetário Nacional de Esporte Educacional, Almirante Afonso Barbosa. Ótima indicação do Ministro Aldo Rebelo. Homem íntegro, austero e experiente no ambiente político. Foi Comandante da Escola de Guerra Naval, o que mostra sua alta capacidade intelectual e conhecimento sobre estratégias.
* Minha filhota Trine é aniversariante hoje, 23 anos e acabou de ter a notícia que sua monografia de formatura que versa sobre o Projeto Grael, teve nota 10! Papai orgulhoso.
* Hoje dia 14/12, também seria o aniversário de 74 anos da nossa rainha da primavera, Ingrid Schmidt Grael.
* Santos F.C. fez bonito, se fez! Tá certo que o favoristismo é do Barcelona, mas, minha torcida é 100% por Neymar, Ganso, Borges e este time alegre e irreverente no jeito de tratar a pelota.
* No Mundial de Perth aonde a temida esquadra britânica teve baixas adversas nas classes Finn e Star, o Brasil mostra competência. A dupla Robert Scheidt e Bruno Prada provam para quem ainda possa duvidar, que são os melhores do mundo. O Brasil com vagas nas classes Finn, Laser Radial feminino (boa supresa da Adriana Kostiw); RS:X Feminino e rumando para vagas na Star; Laser Standard; RS:X masculino e 470 Feminino (atuação forte da minha sobrinha Martine com a medalhista olímpica Bel Swan). Brasil esteve perto da vaga no Match Race Feminino e vai tentar vaga em 2012 nas classes 470 Masculino e provavelmente na 49er.
* Sábado é dia da Regata Preben Schmidt em Niterói. Melhor programa para quem admira a tradição da Vela. Na raia, o maior atleta olímpico brasileiro, Torben Grael a comandar o centenário veleiro "Aileen". Imperdível!
Lars Grael |
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| Dr. Sócrates e o caminha da cidadania |
| 5/12/2011 11:39:19 |
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Mensagem enviada para o Raí nesta data:
Raí,
Expresso em poucas palavras, toda a admiração que sentia por seu irmão.
Cidadão consciente, elevou a reputação de atletas que eram julgados anteriormente como seres de rara capacidade física e técnica em detrimento ao conhecimento e a capacidade intelectual.
Dr. Sócrates provou a capacidade de ser atleta e ainda assim, ser culto e possuidor de nível superior. Provou ser ídolo e usou sua idolatria para formar mentes conscientes na redemocratização do Brasil. Provou que atleta, poderia ser cidadão politicamente correto.
Abriu as portas da cidadania para todos nós!
Lars Grael
0512/2011
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| Vice-Campeões no Norte Americano de Star |
| 17/11/2011 15:11:00 |
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Ontem sagramo-nos Vice-Campeões do Campeonato Norte Americano da Classe Star aqui em Tampa nos EUA.
Fomos para a sexta e última regata na 4ª colocação geral e com 4 barcos com chance ao título.
A regata e o campeonato foi vencida por George Szabo (Campeão Mundial de 2009) e seu proeiro Mark Strube. Cruzamos a linha em segundo, no único dia com ventos mais fortes.
Nada fácil se consideramos as condições de barco alugado e pouca antecedência na preparação. Destaque ainda para a 3ª colocação na Schoonmaker Cup na abertura deste campeonato.
Sensação de volta por cima, após 2010 disputarmos o título até a última regata e após um match-race encarniçado com o mesmo Szabo, despencarmos para a 5ª colocação geral.
Termino a temporada 2011 de Star com a sensação de um saldo positivo. Disputei 3 títulos continentais e conquistei o Sul Americano em Mar del Plata com Rony Seifert e obtive dois Vice-Títulos com o Samuel Gonçalves (Samuca) respectivamente nos campeonatos do Hemisfério Sul (Rio de Janeiro) e Norte Americano. Destaque ainda para os títulos Brasileiro (com Renato Moura em Brasília) e Estadual do RJ (com Samuca em Niterói).
Agradeço ao patrocínio da LIGHT e da Lei de Incentivo do Esporte do RJ e a todos que apoiam e torcem por este rumo de competições e paixão pela Vela.
Abraços e Bons Ventos,
Lars Grael
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| Escolha Feliz |
| 14/11/2011 22:46:30 |
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Vice-Almirante Afonso Barbosa,
Excelente indicação para a pasta da Secretaria Nacional de Esporte Educacional do Ministério do Esporte.
Homem de alta envergadura moral.
Grande estrategista, foi assessor parlamentar do Comando da Marinha do Brasil no Congresso Nacional; Diretor de Políticas de Defesa e Soberania Nacional no Ministério da Defesa; Comandante da Escola de Guerra Naval e comandante da Fragata Constituição.
Pode não conhecer especificamente de esporte (ainda), mas trará alta credibilidade ao Ministério do Esporte. Seguramente estudará tudo sobre o setor e buscará apoio de quem quer o desenvolvimento do desporto educacional no Brasil.
Tem todo meu apoio e respeito.
Bons Ventos,
Lars Grael
lgrael@larsgrael.com.br
www.larsgrael.com.br
Aldo Rebelo troca cúpula do Ministério do Esporte
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NÁDIA GUERLENDA
DE BRASÍLIA
O ministro dos Esportes, Aldo Rebelo (PCdoB), anunciou nesta segunda-feira os nomes de três novos secretários para compor a pasta.
O ministro assumiu o cargo no mês passado após a saída de Orlando Silva, provocada por denúncias de corrupção.
Aldo Rebelo estuda anunciar mudanças em bloco no Esporte
A economista Paula Pini, que desde 1998 ocupa o posto de especialista para o desenvolvimento urbano no Banco Mundial, foi nomeada secretária-executiva. Rebelo afirmou que o atual secretário, Waldemar Souza, continua no ministério, mas ainda não definiu o cargo.
O ministro citou a experiência de Pini na área de mobilidade urbana como um dos critérios para a nomeação. "Vários dos projetos que ela coordenou no banco estavam relacionados à mobilidade urbana, que é o que vamos precisar para a Copa e para as Olimpíadas", afirmou.
Para a chefia da assessoria internacional, Rebelo nomeou o diplomata Carlos Henrique Cardim, que há poucos meses era embaixador do Brasil na Noruega e Islândia. Ana Prestes, a atual ocupante do cargo, fica na subchefia de Cardim.
Sergio Lima/Folhapress
Aldo Rebelo anuncia os nomes de três novos secretários da pasta, durante entrevista nesta segunda-feira
Já a secretaria nacional de Esporte, Educação, Lazer e Inclusão Social ficou com o vice-almirante reformado Afonso Barbosa, afastado da Marinha desde 2007. Assim como Cardim, Barbosa trabalhou nos governos Sarney, FHC e Lula. Ele ocupava, até a indicação, um cargo na diretoria da Bunge Brasil.
Barbosa entra no lugar de Wadson Ribeiro, apontado pelo policial militar João Dias Ferreira como integrante do esquema de corrupção na pasta. Segundo matéria da Folha, o ministério repassou R$ 9,4 milhões a uma organização não governamental e uma empresa dirigidas por pessoas ligadas a Ribeiro.
"Para as nomeações eu segui critérios técnicos, políticos, administrativos, de capacidade intelectual, de experiência de vida, de compromisso com o interesse público e também de afinidade pessoal", disse o ministro.
Ele afirmou ser amigo pessoal de Cardim e Barbosa --"é amigo em comum meu e do [velejador] Lars Grael"-- e conhecer "de perto" o trabalho de Pini. De acordo com ele, os três são ligados ao PCdoB, mas nenhum é filiado ao partido
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| Esclarecimento |
| 3/11/2011 21:50:04 |
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Com o intuito de arrefecer as especulações veiculadas na mídia hoje, esclareço o seguinte:
Fui convidado para ir hoje ao Ministério do Esporte em visita ao recém empossado Ministro Aldo Rebelo.
Foi um encontro cordial onde expus meu ponto de vista quanto ao papel institucional do Ministério, seus desafios e principais objetivos. Tivemos uma conversa muito parecida em 2002 quando eu ainda era Secretário Nacional dos Esportes e o deputado federal Aldo Rebelo era um parlamentar atuante e relator de CPI do Futebol.
O Ministro está numa fase de ouvir diversas opiniões de esportistas, ex-atletas, dirigentes e profissionais de educação física, antes de definir sua política que marcará sua gestão.
Fiquei feliz em constatar que o ministro do esporte está determinado a priorizar o desporto educacional, conforme preconizado no Art. 217 da Constituição.
Não tratamos de convites e cargos, até mesmo porque eu não poderia aceitar em função dos meus atuais compromissos como velejador e palestrante.
Ao ministro Aldo Rebelo, desejo pleno sucesso em sua gestão e que conduza esta importante pasta com o sentimento público que sempre norteou sua trajetória. Que o Esporte na Escola seja priorizado em sua gestão.
Terá todo meu apoio e respeito.
No mais, preciso retornar aos treinos após conquistar ontem o Vice-Campeoanto do Hemisfério Sul da Classe Star em evento que foi amplamente dominado pela excelente dupla Robert Scheidt e Bruno Prada.
Bons Ventos,
Lars Grael
Homem do Mar
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| Deu no site do Terra |
| 27/10/2011 10:32:04 |
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"Atletas lamentam saída de Orlando Silva do Ministério do Esporte"
Dentro da minha ótica de ex-atleta olímpico (84; 88; 92; 96), velejador (sempre serei), coordenador técnico da equipe olímpica de Vela (2000 e 2004) e ex-Secretário Nacional dos Esportes, faço alguns comentários sobre estas notícias divulgadas no site Terra (ver abaixo).
O fato é que não concordo com a simplificação da lógica que o esporte "saiu do zero para o razoável".
Muitos gestores contribuiram para a construção de uma política e para uma estrutura para o esporte brasileiro. Naturalmente que sempre além do zero e sempre muito aquém do ideal.
Ministros como Pelé; Paulo Renato; Rafael Greca; Carlos Melles, Caio Carvalho e Agnelo Queiroz tiveram cada um há seu tempo e de suas formas, uma contribuição relevante para a contrução desta política.
Outros gestores que não foram Ministros, também tiveram papel de destaque como por exemplo: Prof. Manoel Gomes Tubino, Zico, Bernard Rajzman dentre outros.
Vejamos que Pelé colocou o Esporte na agenda social através do Programa Esporte Solidário (parceria com o Comunidade Solidária da Dª Ruth Cardoso); Projeto Pintando a Liberdade e as Vilas Olímpicas (com enfoque na inclusão social).
Greca ampliou estes programas e incluiu ações como o Projeto Navegar e resgatou os Jogos Indígenas e os JEB´s em parceria com Paulo Renato e o COB através das Olimpíadas Colegiais.
Carlos Melles deu ênfase ao papel constitucional e educacional do Esporte através do Programa Esporte na Escola. Aprovou a lei Agnelo-Piva e a Lei de Importação de Material Olímpico com isenção de impostos. Resgatou o Conselho Nacional do Esporte e Criou a Comissão Nacional de Atletas.
Caio Carvalho organizou os Jogos Sul-Americanos de 2002 e venceu a candidatura do Pan de 2007. Criou o Programa Forças nos Esporte (parceria com as Forças Armadas) e desenvolveu o Estatuto do Torcedor.
Agnelo Queiroz deu maior relevância ao Ministério. Teve a sabedoria de continuar programas bem sucedidos e na fusão de dois programas, gerou o Programa Segundo Tempo. Fez o Forças no Esporte funcionar e transformou o Estatuto do Torcedor em Lei. Aprovou o Bolsa-Atleta. Passou o Ministério para seu secretário Orlando Silva que construiu muito mais ainda, numa longa lista de conquistas.
O problema reside no loteamento político dos cargos e ministérios. Poucas vezes, os gestores federais do esporte atingiram os cargos máximos pelos próprios méritos de suas trajetórias na política esportiva nacional.
Quase sempre, chegaram aos cargos na política do toma lá, dá cá. Na acomodação de impasses político-partidários.
Sarney manteve o esporte irrelevante e submerso no MEC e sem os benefícios da Lei Sarney da Cultura.
Collor deu relevância a Secretaria Nacional dos Esportes e colocou dois craques para contribuirem nesta fase, Zico e Bernard.
Itamar teve pouco tempo e confiou a Secretaria ao ex-Deputado e Presidente do Flamengo Marcio Braga.
FHC jogou no marketing político ao criar um Ministério Extraordinário dos Esportes para o Rei Pelé. Tropeçou com o INDESP, Bingos e contabilizou o então Ministério dos Esportes e Turismo na cota do então PFL. Carlos Melles foi quem mais construiu e chegou a travar luta inglória na tentativa de moralização do Futebol Brasileiro. Muita coisa positiva ficou e que não poderia ser desconsiderada.
Lula deu ao Esporte e ao PCdoB, um ministério específico. Aumentou o orçamento e a estrutura em progressão geométrica e obteve grandes conquistas dentre elas, a sonhada Lei de Incentivo do Esporte. Promoveu o Pan de 2007, e colocou todo seu prestígio na conquista dos Jogos Olímpicos de 2016.
Dilma herda compromissos e acordos políticos. Já organizou no Ministério da Defesa (CDMB), um exemplar Jogos Mundiais Militares. A crise agora é passageira e provavelmente a escolha do novo Ministro, seguirá um critério meramente político partidário.
Que este Ministro tenha compromisso maior com a sociedade brasileira e com o esporte nacional.
Agradeço às gentis palavras do ex-jogador e empresário Gilmar Rinaldi.
Orlando Silva não era oriundo esporte. Era oriundo da UNE e da estrutura do PcdoB. Me substituiu na Secretaria Nacional dos Esportes. Foi o mais longevo gestor público federal do esporte brasileiro (2002/2011), passou a dominar a pasta e prestou relevantes serviços ao esporte nacional.
Não seria leviano em tecer considerações quanto as denúncias amplamente veiculadas na mídia, mas, precisamos reconhecer sua relevância e liderança no hoje consolidado Ministério dos Esportes.
Lars Grael
PARTE DA MATÉRIA DO SITE TERRA:
" 26 de outubro de 2011 • 23h49 • atualizado em 27 de outubro de 2011 às 00h02 Comentários
Notícia
Ana Moser considera que o esporte no País saiu do "zero" para o "regular" com a gestão de Orlando Silva
Foto: Celso Akin /AgNews
Reduzir Normal Aumentar Imprimir Atletas lamentaram nesta quarta-feira a demissão de Orlando Silva (PCdoB) da chefia do Ministério do Esporte. A decisão foi tomada nesta tarde, em reunião do ex-ministro com a presidente Dilma Rousseff e com o presidente de seu partido, Renato Rabelo. A ex-jogadora de vôlei Ana Moser e o ex-jogador de futebol Gilmar Rinaldi comentaram o caso por meio de seus perfis no Twitter.
Para Ana Moser, o esporte foi mais debatido e cresceu, saindo "do zero para o razoável" a partir da gestão de Orlando Silva. Já Gilmar Rinaldi classificou o ex-ministro como "uma luz para os desportistas de todo o País". Ele também sugeriu que o ex-velejador Lars Grael poderia ser o novo ministro do Esporte.
"Minha experiência com políticas públicas de esporte começou em 2000 e segue até hoje. (...) Nesses anos, vi o País avançar, participei de vários fóruns, encontros, conferências. O Brasil do esporte ampliou, aumentou a visibilidade. Se debateu mais, aumentaram as fontes de financiamento para ações de esporte. Concentrou no rendimento, mas também criou outras frentes. Ainda há muito a avançar, mas reconheço o trabalho de Orlando Silva e equipe. Que o próximo siga avançando", publicou a ex-jogadora em uma série de tweets.
Rinaldi demonstrou preocupação com o sucessor de Silva. "Quem vai pro lugar dele? Vão escolher alguém com capacidade técnica ou ocupar politicamente o cargo? O ministro Orlando Silva era uma luz para os desportistas de todo o País, pena que este trabalho não possa continuar, sem mérito da questão. Não podemos esquecer que a pessoa que ocupará este cargo vai nos representar perante o mundo todo. Acorda, gente, a Copa do mundo é aqui", postou.
Afirmando não entender de política, Rinaldi ressaltou que "o momento é delicado". "Podemos jogar fora uma esperança de mudar o destino de nossas crianças, que não tem nada a ver com política", escreveu, em alerta para mudanças pelas quais o esporte vinha passando e que ele considera positivas. O ex-jogador não deixou de sugerir um nome para a pasta. "Não sei de que partido é, mas na parte técnica tenho certeza de que Lars Grael seria um bom nome, e esse é serio, isso eu garanto", defendeu.
Orlando Silva pede demissão do Ministério do Esporte
Orlando Silva (PCdoB) pediu demissão do Ministério do Esporte no dia 26 de outubro, após reunião com a presidente Dilma Rousseff e o presidente do seu partido, Renato Rabelo. Silva não resistiu à pressão para que deixasse o cargo após denúncias de fraudes em contratos entre a pasta e organizações não-governamentais (ONGs). Sexto ministro de Dilma a cair ainda no primeiro ano de governo, Silva foi apontado por uma reportagem da revista Veja de outubro como o líder de um esquema de corrupção que pode ter desviado mais de R$ 40 milhões em oito anos. Na falta de um nome definitivo indicado pela presidente, o secretário-executivo da pasta, Waldemar de Souza, também do PCdoB, assumiu a chefia no ministério interinamente..."
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| Vela do Brasil é campeã no PAN |
| 24/10/2011 20:09:59 |
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Vela do Brasil bate recorde de medalhas nos Jogos Pan-Americanos
Equipe brasileira tem a melhor participação na história do evento com cinco de ouro e projeta medalhas olímpicas em Londres
São Paulo (SP) - O desempenho da vela brasileira na raia de Puerto Vallarta no México foi quase perfeito. Com cinco de ouro (J24, RS:X masculino/feminino, Snipe e Sunfish), uma de prata (Hobie Cat 16)e uma de bronze (Lightning), o Brasil bateu recorde de medalhas na modalidade nos Jogos Pan-Americanos. Com dever cumprido, parte da equipe nacional projeta pódio nas duas próximas olimpíadas, principalmente a nova geração formada por Matheus Dellagnelo (Sunfish) e Patrícia Freitas (RS:X).
O jovem Matheus Dellagnelo, por exemplo, venceu o Pan na Sunfish, classe que não está na Olimpíada. O objetivo do catarinense é correr os Jogos do Rio-2016 na Laser.
"Sonho em disputar uma olimpíada, mas preciso me ajustar melhor à classe Laser. É preciso ganhar mais massa e treinar bastante para disputar de igual para igual com o Bruno Fontes, um dos melhores do mundo na categoria", revelou Matheus Dellagnelo.
Já Patrícia Freitas, mesmo sem confirmar a vaga para Londres-2012, pretende disputar a regata da medalha da raia de Weymouth, no ano que vem, na sua segunda olimpíada. A brasileira também precisa aumentar a massa muscular para se adequar à prancha à vela.
"O trabalho será destinado ao evento da Inglaterra. No evento-teste da olimpíada me aproximei das melhores e preciso repetir o desempenho e ajustar alguns pontos para conquistar uma posição melhor", disse Patrícia.
O mais experiente da equipe, Cláudio Biekarck da Lightning, disputou seu oitavo Pan e conquistou o bronze no México. Mesmo com 60 anos, o chefe da equipe olímpica não descarta participar dos Jogos de 2015.
"Tem muita água pra rolar até lá. Os velejadores brasileiros estão cada vez mais fortes e a renovação é evidente em algumas classes. Agora o objetivo é a olimpíada e os resultados mostram que temos chances", disse Cláudio Biekarck.
Olimpíada - Poucas categorias dos Jogos Pan-Americanos entram no calendário olímpico. Apenas os velejadores de RS:X e Laser. Entretanto, o time nacional é um dos mais fortes do mundo e é garantia de medalhas em Londres-2012.
Em toda a história olímpica, o País conquistou 16 medalhas e tem Torben Grael como o maior vencedor (cinco medalhas).
"O time que disputou o Pan e a equipe brasileira olímpica são fortes e os velejadores, liderados por Robert Scheidt e Bruno Prada, ocupam posições de destaque no ranking mundial. Nosso próximo objetivo é classificar todas as classes para Londres", disse Ricardo Baggio, superintendente da CBVM.
Veja as classes olímpicas e os líderes do ranking nacional:
Bruno Fontes (Laser Standard)
Adriana Kostiw (Laser Radial)
Ricardo Winicki(RS:X M)
Patrícia Freitas (RS:X F)
Robert Scheidt e Bruno Prada (Star)
Jorge Zarif (Finn)
Fernanda Oliveira e Ana Barbachan (470 F)
Fábio Pillar e Gustavo Thiesen (470 M)
André Fonseca e Marco Grael (49er)
Juliana Mota, Marina Jardim e Larissa Juk (Match Race).
Resultados dos brasileiros no Pan
Ouro:
Snipe - Alexandre Tinoco e Gabriel Borges
Sunfish - Matheus Dellagnelo
RS:X masculino - Ricardo Winicki
RS:X feminina - Patrícia Freitas
J24 - Maurício Santa Cruz, Alexandre Saldanha, Daniel Santiago e Guilherme Hamelmann
Prata:
Hobie Cat 16 - Bernardo Arndt e Bruno Oliveira
Bronze:
Lightning - Cláudio Biekarck, Gunnar Ficker e Marcelo Batista
Os velejadores confirmaram a classificação para os Jogos Pan-Americanos em fevereiro, na seletiva disputada na praia de Jurerê, em Florianópolis (SC), durante a Semana Brasileira de Vela.
A Confederação Brasileira de Vela e Motor tem o patrocínio do Bradesco e da CPFL Energia. O apoio é do Comitê Olímpico Brasileiro (COB).
Fonte: zdl/CBVM
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Postado por AXEL SCHMIDT GRAEL |
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